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PROFESSOR TEM DEMISSÃO CONFIRMADA POR CRIAR BIG BROTHER PARTICULAR

Não se sabe por que cargas d'água o professor Juarez miolo mole resolveu instalar uma câmera escondida no vestiário feminino da escola agrícola federal Dom Agostinho, lá nos cafundós de São Lourenço da Mata, agreste pernambucano. O certo era que por ela via belas moças novas, velhas, alunas e servidoras em situações íntimas sem que desconfiassem de nada. O tamanho atrevimento depois de um mês e pouco terminou descoberto e o sujeitinho foi logo pego para Cristo. Processo disciplinar, inquérito policial por assédio sexual, delegado, promotor, juiz na parada e o diabo a quatro. A mulherada queria era matar o Juarez. Acontece que animado pelo arquivamento da investigação criminal o mestre não se conformava com o desfecho da sindicância que desaguou na sua demissão a bem do serviço público por conta da conduta escandalosa demais. Moralmente intolerável e punida com a expulsão nos termos do estatuto dos servidores da União. Foi chiar com o juiz e nada. No tribunal, a mesma coisa. No final do mês passado a 1a. Turma do STJ pôs fim na conversa. O relator Sérgio Kukina jogou a pá de cal. Também não teve dó não. O que você fez, seu pecado Juarez, pelo jeito, não tem perdão. Talvez, agora, quem sabe , só pelas mãos de Deus ou do Gilmarzão.
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